quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Ataques a Dilma negam humanidade de ministra e protagonismo das mulheres

A globo está com os tucanos malucos e a record com Lula - boicotem a monopolista globo, que apoiou a ditadura militar! Eles querem controlar o Brasil para sempre! São golpistas desde sempre, agoram querem acabar com a concorrência na marra.
Ah, e o PT está não somente com a Igreja Católica aliada a Dilma, mas também com os crentes da Universal.
Só restou para o Serra a Opus Dei do Alckimim. Essa seita começou na Espanha e se espalhou para o mundo todo. Eles querem controlar o mundo.

de um ex-global:

http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/ataques-a-dilma-negam-humanidade-de-ministra-e-protagonismo-das-mulheres/




Ataques a Dilma negam humanidade de ministra e protagonismo das mulheres

Atualizado em 10 de fevereiro de 2010 às 19:20 Publicado em 10 de fevereiro de 2010 às 18:07
por Luiz Carlos Azenha

Eu acho que vocês, mulheres, poderiam montar um blog para colecionar os ataques com tons machistas e sexistas que os tucanos e o PSDB estão disparando contra a ministra Dilma Rousseff.
Não se trata apenas de uma crítica política a que Fernando Henrique Cardoso e o senador Tasso Jereissati estão fazendo à ministra. É uma tentativa mal disfarçada de desqualificar a pessoa, como se ela fosse apenas "reflexo" de um líder (nas palavras do ex-presidente) ou uma "candidata de silicone", nas palavras de Jereissati. As duas críticas negam humanidade à ministra. E negam também protagonismo. As duas críticas tentam pintar Dilma como um pedaço de geléia, inerte, sem vontade própria -- características que muitos homens brasileiros gostam de ver em "suas" mulheres, mas que não são boas em uma líder.
Temos, então, um paradoxo: para alguns, Dilma a "terrorista"; para outros, Dilma a "boneca inflavel". Duas formas de sugerir ao eleitorado que se trata de uma mulher "que não vale nada".
Presumo que isso seja coisa de marqueteiro, que pretende explorar o preconceito contra as mulheres que existe no eleitorado, inclusive no eleitorado feminino. A ideia da "duplicidade" feminina serve muito bem a essa estratégia, embora no final das contas acabe alvejando as pretensões femininas, de todas as brasileiras, nos campos político, pessoal e profissional.
Não deixa de ser cômico, no entanto, ver o senador Jereissati dizendo que Dilma não tem o "physique du rôle" adequado à presidência. Parece um coronel político ditando como a mulher deve ou não ser, pode ou não ser. E essa fixação por "desmascarar" a mulher que não sabe o seu lugar... Sei não, mas acho que o Tasso está tentando dizer que, se ele fosse mulher, seria uma mulher muito mais atraente e interessante que a Dilma.

http://www.noolhar.com/opovo/politica/952579.html

Tasso chama Dilma de ``liderança de silicone``

O senador cearense puxou o debate com fortes críticas à ministra e teve o apoio de outros opositores, que a chamaram de ``Frankenstein``, ``ventríloquo`` e disseram que ela não pensa. Aliados rebateram acusando Tasso de ser preconceituoso

Depois de o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso classificar a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) de ``reflexo de um líder``, ontem foi a vez de senadores do partido reforçarem as críticas à candidata do PT à sucessão presidencial. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) chamou Dilma de ``liderança de silicone`` por ser, segundo ele, ``bonita por fora, mas falsa por dentro.``

Num debate que durou duas horas e contou com a participação de 11 senadores (só 3 da base aliada do governo), a ministra foi chamada de ``Frankenstein``, por Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), ``ventríloquo``, por Marisa Serrano (PSDB-MT), e acusada de não pensar pelo presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE).

``Temos o problema do vice, enquanto eles precisam decidir o que fazer com Ciro Gomes (pré-candidato pelo PSB). O Ciro fala e pensa. Dilma, se pensa, ninguém viu até agora``, afirmou Guerra.

Tasso, que provocou o debate, disse que sua intenção era rebater números do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal vitrine da ministra. Segundo ele, o governo tem incluído investimentos com recursos privados. Ele citou o financiamento de imóveis usados pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), formado pela carteira de poupança e financiamento imobiliário dos bancos.

``Essa mentira (sobre números do PAC) que foi colocada pela ministra Dilma não pode ficar passando como verdade, e, de novo, essa liderança de silicone que está sendo construída, falsa, bonita por fora, mas falsa por dentro, sem dúvida nenhuma, precisa começar a ser desmascarada``, disse Tasso.

Preconceito
Ao defender a ministra, o senador João Pedro (PT-AM), suplente do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, pediu a Tasso que a respeitasse. Serys Slhessarenko (PT-MT) acusou o cearense de preconceituoso com as mulheres. Como resposta, Tasso lembrou que foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quem baixou o tom do debate ao chamar o presidente nacional do PSDB de ``babaca``.

``A Dilma é competente. A crítica de que ela não tem experiência foi feita ao Lula, e ele sai do governo aclamado``, disse João Pedro. ``Dilma nunca esteve à sombra do Lula, mas ao lado``, reforçou Slhessarenko. (da Folhapress)

Opinião - O show e o projeto poder

ótimo esse artigo...

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100211/not_imp509590,0.php

Quinta-Feira, 11 de Fevereiro de 2010 | Versão Impressa

O show e o projeto poder

Rolf Kuntz*

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Boneca de ventríloquo? Nem sempre. Nenhum ventríloquo, a não ser por gozação, teria chamado Governador Valadares de Juiz de Fora duas vezes na mesma visita. Nem teria mencionado o ambiente como "ameaça ao desenvolvimento", especialmente em Copenhague durante a conferência do clima. Também não teria respondido a uma repórter de forma truculenta, usando com ar de superioridade a expressão "minha filha". Tudo isso é Dilma Rousseff na sua mais autêntica expressão. O problema não é falta de carisma nem de liderança. A escassez é de atributos mais básicos. Também é puro Dilma Rousseff o desafio lançado na terça-feira: "Se quiserem, vamos comparar número por número, obra por obra, casa por casa, escola por escola, emprego por emprego."

Partindo de Lula, esse desafio seria apenas mais uma esperteza, rasteira como tantas outras. Na boca da ministra, ganha um tom diferente: ela parece acreditar na relevância e no valor informativo desse confronto de números e de obras. Também essa crença é indicativa do padrão da Mãe do PAC.

A comparação relevante é outra, mas não é assunto para palanque nem proporciona grande novidade ao público razoavelmente informado. O crescimento econômico do período Lula simplesmente não teria ocorrido sem o governo anterior - de fato, sem os dois governos anteriores.

A economia brasileira foi reformatada entre 1994 e 2002. Nenhum avanço teria ocorrido a partir de 2003, se não se tivesse eliminado a hiperinflação e não se houvessem criado as bases para uma política monetária eficiente e para um controle maior das contas públicas.

Tudo isso é bem conhecido e realizações desse tipo não são comparáveis com números de obras e de empregos. São condições para a execução sustentável de programas de obras e de criação de empregos.

O presidente Lula sabe disso. Evita reconhecê-lo, mas poderia ter contado essa parte da história à ministra Dilma, para instruí-la um pouco mais sobre os fatos. Ela tem um diploma de economista e essa conversa poderia trazer-lhe sugestivas lembranças da vida escolar.

Foram cometidos, é claro, alguns erros graves no governo de Fernando Henrique Cardoso. A valorização cambial prolongada foi um desses equívocos. Funcionou como âncora dos preços durante algum tempo, mas acabou prejudicando o equilíbrio externo. Economistas do governo confiaram demais na poupança estrangeira como fator de crescimento e o fizeram no pior momento, num mundo cheio de turbulências.

A crise cambial de janeiro de 1999 foi o preço desse erro. Mas a recuperação foi rápida e as inovações implantadas no mesmo ano - câmbio flutuante e metas de inflação - tornaram-se elementos essenciais da política econômica, juntamente com o compromisso do superávit primário. O presidente Lula manteve esse conjunto de instrumentos. A Lei de Responsabilidade Fiscal, aprovada em 2000, e a disciplina imposta a Estados e municípios, quando suas dívidas foram renegociadas nos anos 90, completaram o balizamento da política econômica.

Inovações desse tipo foram imensamente mais complicadas, em termos técnicos e políticos, do que qualquer realização a partir de 2003. Além do mais, a abertura da economia brasileira, no começo dos anos 90, a privatização de atividades típicas de mercado e a modernização da política do petróleo aumentaram a eficiência e a competitividade da produção. O sucesso do governo Lula - e isso inclui a redução da pobreza - foi um desdobramento dessas mudanças.

Quando se examina a história recente a partir desse ponto de vista, fica evidente o absurdo da comparação de obras e números, embora também os avanços na redução da desigualdade e na universalização do ensino fundamental tenham começado bem antes de 2003. As séries históricas do IBGE não deixam dúvida quanto a isso.

Alguns dos petistas mais articulados, como o recém-eleito presidente do partido, José Eduardo Dutra, falam em continuidade, prometem a manutenção das bases de uma economia saudável e desafiam os tucanos a detalhar seus planos de mudança. Esse é o desafio sério, não o da comparação estapafúrdia proposta pela ministra Dilma Rousseff. Mas o presidente Lula escolheu a ministra como candidata, embora nada, em seu currículo administrativo ou político, a recomende para o cargo. Que plano de poder dá sentido a essa escolha? Eis um tema de reflexão para o eleitor preocupado com a democracia.

*Rolf Kuntz é jornalista

Oposição sugere GPS para Dilma evitar gafes

Oposição sugere GPS para Dilma evitar gafes

Thiago Herdy - Estado de Minas

Publicação: 11/02/2010 06:29 Atualização: 11/02/2010 07:30

As gafes da ministra da Casa Civil e candidata do presidente Lula à sucessão, Dilma Rousseff, na visita a Governador Valadares, no Vale do Aço, foram alvo de críticas de deputados estaduais do PSDB na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Depois de discursar no plenário, o ex-secretário de Saúde do governo de Minas, o deputado estadual Marcus Pestana (PSDB), entregou um localizador por satélite (GPS) ao líder do PT, o deputado Padre João (PT), para que a ministra se oriente e não chame mais Governador Valadares de Juiz de Fora.

Na visita de terça-feira a Valadares, por duas vezes Dilma se confundiu a respeito do local onde discursava e saudou os valadarenses como moradores da cidade que fica na Zona da Mata. “Há um grande esforço dos companheiros do PT para tornar a Dilma mineira. Mas chamar minha Juiz de Fora de Valadares é uma gafe imperdoável para uma candidata que quer ser presidente. Por isso peço ao Padre João que entregue esse GPS à ministra, para que ela se localize em Minas Gerais”, disse Pestana.

O deputado Lafayette Andrada (PSDB) pegou carona no discurso do colega e levou também a Padre João um mapa de Minas Gerais. “Confundir Guarará e Maripá, cidades pequenas na Zona da Mata, é uma coisa. Mas Valadares e Juiz de Fora, francamente, não é aceitável para uma ministra de Estado. São mais de 450 quilômetros de distância, dá para atravessar Portugal quatro vezes! Ela deveria, no mínimo, pedir desculpas”, atacou. Na hora da entrega do GPS e do mapa, vários deputados da base aliada do governo Aécio correram para o lado de Pestana, para também aparecer na foto.

O líder do PT, o deputado Padre João, levou a provocação com bom humor. Embora tenha audiência marcada com a ministra da Casa Civil nesta semana para discutir a estratégia eleitoral do PT em Minas, ele garante que não entregará o GPS a ela. “Na verdade, vou entregar isso para o PSDB, que está completamente desnorteado com o crescimento da Dilma nas pesquisas. Que rumo o Aécio e o Serra vão tomar? Ninguém sabe. Eles é que precisam de GPS e bússola, porque estão perdidos”, provocou o petista.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Venezuelanos recorrem a Deus contra crise energética

Agora vai!

http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE6190LF20100210

da agência de notícias Reuters

Venezuelanos recorrem a Deus contra crise energética

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010 17:25 BRST
 

CARACAS (Reuters) - O racionamento fracassou. As chuvas ainda não vieram. Então, os funcionários do setor elétrico venezuelanos estão buscando ajuda divina para solucionar a crise energética do país.

A estatal Edelca convocou todos os seus funcionários para uma hora de orações na sexta-feira -- o "Clamor a Deus pelo Setor Elétrico Nacional."

"Apoiamos estas convocações com a nossa presença, unidos no nosso compromisso de erguer nossa grande companhia", disse o presidente da Edelca, Igor Gavidia León, em nota a seus funcionários, sob uma citação bíblica dizendo que Deus ouve as preces dos humildes.

A Edelca, subsidiária da estatal energética Corpoelec, administra a enorme hidrelétrica de Guri, que já chegou a gerar quase metade da eletricidade venezuelana, mas há meses sofre com a baixa do seu reservatório.

A Venezuela tem tido apagões desde 2009, o que o presidente Hugo Chávez atribuiu à seca e à alta na demanda após cinco meses de crescimento. A oposição diz que o problema foi de falta de investimentos públicos nos 11 anos do atual governo.

Nesta semana, Chávez declarou "emergência energética" e assinou um decreto que oferece bons descontos a empresas e residências que reduzirem seu consumo, mas multa quem não cortar o uso de energia.

(Reportagem de Andrew Cawthorne)

Serra contra a pergunta

Serra contra a pergunta
Na reportagem "Pergunta da TV Brasil irrita tucano", a Folha destaca a reação do governador José Serra, quando perguntado sobre a falta de água em bairros de São Paulo e outras cidades, por um problema em adutora da Sabesp:

Espero que a TV Brasil tenha o mesmo interesse com cada Estado e cada município... É um interesse grande que eu gostaria que fosse disseminado por todo lado. Só espero que essa disseminação seja total e não seja parcial como tem sido.

Abaixo, em vídeo postado pelo canal Vi o Mundo, a reportagem da TV Brasil, do governo federal, com sua resposta ao governador:



PS - Da diretora de Jornalismo da TV Brasil, Helena Chagas, via Twitter:

Tenho grande respeito por José Serra, um dos políticos mais competentes do país. A única resposta que posso dar à acusação de parcialidade é um convite a assistir o "Repórter Brasil" de coração aberto, para constatar que é um noticiário que tem como foco o cidadão e seus problemas, em todo o Brasil. Falamos da falta d'água em São Paulo da mesma forma que de violência no Rio, seca no Piauí, dengue na Bahia, corrupção no Distrito Federal, falta de teatro no Maranhão. No VT sobre a falta d'água em São Paulo, a Sabesp explica longamente o rompimento da adutora por causa das chuvas. Ou seja, fica claro que a culpa era de... ninguém.

VÍDEO - VEJAM O INÚTUL DO SERRA:
http://www.youtube.com/watch?v=rQ_AoPPmLVU